Ana Martins

29 anos

A realizar estágio profissional nos serviços Espaço Informação Mulheres e Centro Local de Apoio à Integração do Imigrante, da Câmara Municipal do Montijo.

 

Considero que o Mestrado em Psicologia Forense e da Exclusão Social, me preparou para ser aquilo que se pretende de um profissional desta área, um Psicólogo Todo-o-terreno. Disposto e competente a intervir em cenários criminais e junto de populações excluídas. Ensinou-me também a ter uma maior perceção e sensibilidade para certas realidades em meu redor.

Ana Pereira

35 anos

A Psicologia Criminal e do Comportamento Desviante reflete o meu percurso profissional, na essência do que tem sido uma orientação e desafio permanentes de uma atividade profissional, que foi instigada logo desde o estágio curricular,com o Programa Lisboa, Cidade da Psicologia do Comportamento Desviante e da Exclusão Social (2004), programa que representa o impulso continuado da intervenção juspsicológica no poder local.

 

A perspetiva comunitária, as franjas sociais, os percursos desviantes, a prevenção como base da intervenção, bem como o dinamismo dos psicólogos “todo o terreno” mas de sentido ético-deontológico bem demarcado nas competências da sua formação, são pilares fulcrais na determinação da diferença e no desempenho dos psicólogos criminais.

 

Da minha conduta profissional destaco também a assessoria técnica ao Tribunal de Família e Menores ao nível dos processos tutelares cíveis, percurso integrado na formação direito-psicologia, sobretudo nas diretrizes legislativas da delinquência juvenil e proteção de menores.

Anabela Pereira

57 anos

Lamentavelmente e contrariando afirmações de certas pessoas credenciadas da nossa praça, nós não “Somos o que Escolhemos Ser”, somos sim aquilo que fatores intrínsecos e extrínsecos nos permitem ser. Todavia, poderemos sempre escolher como queremos ser perante o nosso semelhante e a sociedade em geral.

 

[...]

 

Aprendi muito e cresci enquanto pessoa. [...] A Psicologia ajudou-me a ajudar, ensinando-me a perceber que o tempo dos outros não é igual ao meu, que o que considero bom para mim não terá forçosamente de ser bom para os outros e que todos devemos descer do pedestal dos ditos “normais” e aprender que cada pessoa é única e que ajudar não é impor o nosso ponto de vista, mas sim respeitar o outro sem juízos morais estereotipados.

 

Agradeço à Psicologia e ao excelente corpo docente da Faculdade de Psicologia e Ciências da Vida da ULHT, pelos preciosos ensinamentos que me transmitiram e que me permitiram ser uma cidadã consciente dos seus direitos e acima de tudo dos seus deveres para com a sociedade e o meu semelhante, sem estereótipos e pré-conceitos.

Catarina Ferreira

34 anos

A formação em Psicologia Criminal e do Comportamento Desviante apresenta e representa a minha formação psicológica na essência da intervenção psico-inclusiva em territórios de diferenciação social pelo fundamento assente desde sempre na promoção de saber empreendedor desta área de conhecimento.

 

Todas as iniciativas e interlocutores da formação em PCCD e Psicologia Forense e da Exclusão Social (licenciatura, pós graduação, mestrado, inúmeros eventos científicos de âmbito nacional e internacional) constituíram e constituem uma provocação persistente na aquisição, exploração e partilha de conhecimentos, práticas e saberes com profissionais desta e de diversas outras áreas do conhecimento. E tem sido esta provocação persistente da Psicologia Forense que fundamenta a prática profissional que desenvolvi junto de idosos, com crianças e adolescentes, no âmbito da prevenção de comportamentos desviantes e de risco, ou com adultos, sobretudo ao nível da formação parental, toxicodependência e na avaliação psicológica em contexto forense.

Filipa Duarte Passinhas

40 anos

Entrei na faculdade com uma certeza...Quero ser Psicóloga!

Estava eu 2º ano quando surgiu a vertente da Psicologia Criminal e Comportamento Desviante, e aí passei a ter outra certeza...Quero ser Psicóloga Criminal!

Já passou mais de uma década e continuo com certezas e apaixonada pelo que faço!

Tenho orgulho em ser aluna da Universidade Lusófona, em ter sido discípula de excelentes mestres sejam Homens ou Mulheres, que ainda hoje, estão presentes na minha pratica profissional.

Ser Psicólogo Criminal é estar na linha da frente, estar onde muitos não querem estar, é lutar por direitos e deveres, é querer um mundo mais justo...é muito, muito mais que estar sentado a uma secretária e ter uma visão dualista das realidades daqueles com que nos cruzamos.

Na minha pratica diária como psicóloga criminal , na Junta de Freguesia de Santa Clara, deparo-me com situações que exigem um olhar global sobre o individuo e a situação, sendo o uso dos "5 sentidos" e dos conhecimentos que adquiri na minha licenciatura fundamentais.

Não há, na minha humilde opinião, e sem querer ferir as outras áreas da psicologia, área mais completa.

Terminando como comecei...tenho uma certeza, hoje, QUERO CONTINUAR A SER PSICÓLOGA CRIMINAL E QUE ME RECONHEÇAM COMO TAL!

Graça Maria Santos

44 anos

Através das competências adquiridas no Mestrado Psicologia Forense e da Exclusão Social, onde um dos muitos objetivos era compreender os contextos de intervenção, bem como a utilização de métodos, técnicas e instrumentos de avaliação psicológica forense, preparei-me para exercer funções. Neste âmbito estive em estagio académico no Tribunal de Família e Menores de Lisboa onde pude aplicar todas estas competências adquiridas.

Isabel Marques

45 anos

Licenciada em Psicologia Criminal e do Comportamento Desviante, funcionária da Câmara Municipal de Lisboa, Representante do Município de Lisboa e Presidente da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Lisboa Ocidental.

 

A Licenciatura nesta área da Psicologia possibilitou-me adquirir conhecimentos nas duas áreas do saber que mais me fascinam, a Psicologia e o Direito.

 

Tenho o privilégio de trabalhar numa área de que gosto muito, a área das Crianças e Jovens em Perigo e no âmbito do meu trabalho artículo diversas vezes com o Ministério Publico, relativamente a Processos de Promoção e Protecção, Tutelares Cíveis e Tutelares educativos.

 

Esta licenciatura permitiu-me adquirir conhecimentos específicos em algumas áreas e mais abrangente em outras, pelo que, para além do trabalho com Crianças e Jovens em Perigo, permite-me também trabalhar na área da violência doméstica e de género, e com as pessoas vulneráveis como idosos e sem abrigo.

 

Calculo que não exista outra licenciatura que nos permita tão bem navegarmos pelos caminhos da mente e da Lei, para quem, tal como eu, é fascinada pelo comportamento humano e pelas suas vicissitudes no âmbito da sociedade e das suas Leis esta foi sem dúvida a melhor escolha.

Pedro Chiôto

32 anos

Numa frase: análise crítica de conteúdo em sistema compreensivo de análise; ou, se desejarmos, um plano de estudos, convergente e complementar, orientado para a suportar a formação clínica de base em articulação com uma sólida visão prática e institucional do mercado de trabalho. Acrescente-se ainda, que de todas as competências potencialmente adquiridas, o lugar-comum onde se estabelecem as relações aluno-professor promove, imprescindível e necessariamente, o crescimento pessoal enquanto primeira condição de sucesso para o profissional de Psicologia Forense e da Exclusão Social.

Rita Domingos

28 anos

Frequentar o mestrado em Psicologia Forense e da Exclusão Social possibilitou-me não só adquirir conhecimentos técnicos na área, mas também o sentido crítico e rigor, competências essenciais ao exercício da profissão. O currículo atualizado do mestrado e consonante com as exigências e necessidades de intervenção, bem como o profissionalismo do corpo técnico e docente, possibilitaram-me um percurso formativo desafiante, enriquecedor e de desenvolvimento contínuo, tanto profissional como pessoal. 

Sandra Gil

Sandra Gil, licenciada em psicologia com especialização em psicologia criminal e do comportamento desviante - ULHT Lisboa (2000). Mestrado Transdisciplinar de Sexologia: Psicologia da Sexualidade na ULHT Lisboa (2011).

 

Não vos digo que no início foi fácil, nada disso… Até porque “olhavam para nós com ar de desconfiança”. Mas todo o percurso académico, tudo o que aprendemos dentro e fora de aulas permitiu demonstrar, a algumas pessoas, que os nossos saberes e competências profissionais eram abrangentes e credíveis. Que tínhamos conhecimentos e saberes para trabalhar em todas as frentes e que não nos limitávamos a ficar por ali… queríamos sempre mais, aprender e ter mais formação e informação.     

(Re)lembro como se fosse hoje… defendi a monografia numa 6ªfeira e na 2ªfeira já estava a trabalhar na Delegação Regional de Lisboa, Sado e Vale do Tejo da APF, na área da sexualidade juvenil (local onde estagiei). A formação e as competências profissionais que fui adquirindo nesta área permitem que a minha trajetória profissional seja bastante diversificada, assim como contribui (ainda hoje) para o meu crescimento (nível pessoal e profissional), para a aquisição de novos saberes e para a consolidação de competências técnicas. A licenciatura e diversas formações na área criminal e do comportamento desviante permitiram que tivesse tido a oportunidade de passar por alguns contextos profissionais: Delegação da APF/Lisboa (espaços juvenis e formações), APF (produção de materiais pedagógicos), projeto “No Engenho do Ser...”-Colégio de Santa Catarina, Projeto “Agarrar o Futuro”-Instituto de Marvila, Projeto “Queres Saber?-APF/CM Odivelas, Consultório de Planeamento Familiar-Projeto APF/Sapo, Departamento de Intervenção da Comunidade-Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências, Colaboração na docência da disciplina “Introdução à Medicina”-1º Ano do Curso de Medicina, sob a coordenação do Prof. Doutor J. Gomes-Pedro na Faculdade de Medicina de Lisboa, projeto do IPDJ/APF – saúde e sexualidade juvenil (2001 ao presente), consultórios privados dando resposta a pedidos de acompanhamento psicoterapêutico e na área da sexologia a pedidos de dificuldades sexuais, relacionais e parentais (Polidiagnóstico de Leiria, Alvamed – Clínica Médica de Alvalade), formações em alguns estabelecimentos de ensino na área da sexualidade, consumo de drogas, violência sexual e no namoro e comportamentos de risco, e muitos outros.

 

Sim, sou psicóloga criminal com muito orgulho!

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